Ana é mulher. Nasceu mulher e tornou-se mulher, esta espécie ainda envergonhada¹. É jovem. Na maioria do tempo é muito feliz. Cheia de questões internas. Luta, menos do que gostaria, para que o mundo seja mais livre e igualitário nas diversidades. É feminista. No momento, também adepta ao vegetarianismo. Por estes dois motivos, algumas pessoas a consideram meio chata. Acredita em Deus. Adora falar e ler sobre sexualidade. Escolheu, como profissão, cuidar das pessoas e ama principalmente cuidar de crianças e bebês. Ama cachorros. É heterossexual e aliada à causa lgbtt. Ama seus cabelos encaracolados, mas não foi sempre assim. Ao cortar 40 centímetros de cabelo, arrancou de si também alguns sofrimentos e conservadorismos. Abraçou o que pode de liberdade. Uma liberdade da qual ainda é aspirante. Ama as pessoas que escolheu para chamar de amigos, mas são poucos para os quais ela consegue se revelar completamente. Fala muito e fala alto. Xinga um pouco. Detesta salto e ama saias compridas. Ama dançar à dois, principalmente forró. É viciada em séries, às vezes a leitura fica meio de lado. É desorganizada, o quarto é bagunçado. Adora tequila e cerveja. Quer muito ter filhos. Adora conversar. Não sabe cozinhar. A cor preferida é verde. Faz muitas reflexões, mas a maioria delas não conta pra quase ninguém. Ama o viver. Fez este blog para tentar entender os palpites de seu coração sobre a vida e o mundo.
¹Citação de Adélia Prado.
